sábado, 30 de outubro de 2010
domingo, 17 de outubro de 2010
#159 The Machinist (2004)
É um filme negro, literalmente negro. É praticamente passado de noite e a fotografia é muito escura. Tirando o “Empire of the Sun”, juntamente com “American Psyco”, é a melhor interpretação de Christian Bale. Foi o actor que mais peso perdeu para fazer um filme. Neste caso, foram 28kgs. Bale fica quase irreconhecível. São impressionantes as cenas que fica sem camisa…
Argumento: Trevor Reznik (Christian Bale) trabalha numa fábrica metalúrgia e não dorme há 2 anos. Devido à privação de sono, começa a alucinar com um colega sinistro, onde o vê nas mais diversas situações. Devido ao seu aspecto, Trevor não é bem aceite na fábrica porque pensam que tem problemas de droga. É uma pessoa que não tem amigos a não ser a prostituta Stevie (Jennifer Jason Leigh). À medida que a acção decorre, apercebemo-nos que Trevor esconde um segredo…
Curiosidades: Após Christian Bale ter perdido 28kgs, num ano teve de se preparar para fazer Batman e aumentou bastante o seu peso, juntamente com a massa muscular. As cenas onde tinha de correr, foram muito difíceis, já que não tinha músculo nas pernas. Este repentina alteração do metabolismo, fez com que tivesse problemas graves na sua saúde. A certa altura do filme, Trevor diz a mesma frase que podemos encontrar em Fight Club: "Nobody has ever died from insomnia."
#155 Mysterious Skin (2004)
Este é outro daqueles filmes que acaba por ser um murro no estômago. Vi-o no cinema e saí de lá “sem ar”. É puxado, é pesado e mostra-nos Joseph Gordon-Levitt como nunca o vimos antes. Asseguro-vos.
Argumento: Neil McCormick (Joseph Gordon Levitt) é um bonito prostituto homossexual obcecado com a relação que teve com o seu treinador de basebol (Bill Sage) quando tinha oito anos. Brian Lackey (Brady Corbet) acredita ter sido raptado por extraterrestres quando era criança, em virtude de ter ficado inconsciente por duas vezes, sem se conseguir lembrar do que lhe tinha sucedido nas horas precedentes. Neil absorveu a experiência na sua própria identidade, mas desligou-se do mundo, não se aproximando de ninguém à excepção da sua amiga Wendy (Michelle Trachtenberg), que aceita sua incapacidade para retribuir o afecto. No filme, a homossexualidade de Neil é inata, e o seu encontro com o treinador (ídolo e figura paternal) foi uma influência poderosa nessa descoberta. Enquanto isso, Brian é incapaz de processar o que lhe aconteceu, interiorizando dúvidas e terrores de uma forma totalmente assexual, e exteriorizados em desmaios, sangramentos do nariz e pesadelos.